terça-feira, 7 de junho de 2011

entrevista 25 abril

Alimentação
– Qual era a base da alimentação? base de produção agricola e cerealiferas
-Onde eram feitas as compras? nas mercearias
-Preços? mais acessiveis que agora

Moda
– Onde se comprava a roupa? nas feiras ou alfaiates
- Quanto durava um casaco? E um par de sapatos? depende do uso e do trabalho, 1 ou 2 anos
- Quem ditava a moda? a moda era o que havia a venda

Namoros
– Como se namorava? mais recatado que agora
- Diferenças entre a vida dos rapazes e raparigas? as raparigas nao tinham tanta liberdade que os rapazes

Saúde
– Onde se ia quando se ficava doente? ao médico
- Vacinas? havia, as pessoas eram vacinadas
- Mais ou menos doenças? menos doenças

Escola
– Como era a escola? boa no aspecto de ensino e professores
- Como eram os professores? Como castigavam? havia castigos mais eficases que agora
- O que era preciso para passar de ano? saber a materia
- Quem seguia os estudos? quem tinha capacidades
- Eram da Mocidade portuguesa? Como era? so era da mocidade portuguesa quem queria

Tempos livres
– Tinham férias? Onde iam de férias? sem, para casa ajudar os pais
- Tinham fins-de-semana? sim
-O que costumavam fazer? ao sabado trabalhar com os pais e ao domingo ir a missa
- Quais eram os divertimentos? desportos e jogos tradicionais

Transportes
– Como iam para o emprego? a pé ou de comboio
-Como eram os transportes? comboios e electricos

Emprego
– Tinham subsídios? só para quem trabalhava
-Tinham assistência? nao
-Com que idade começaram a trabalhar?10 ou 11 anos
-Alguém emigrou? Para onde e porquê? sem para o brasil e africa para ganhare a vida

Guerra
– Alguém foi à Guerra? nao sei responder porque não sei a que guerra se refere

Comunicação social
– Como sabiam o que se passava no país e no mundo? na rádio e jornal
- Notavam que havia censura? nao

25 de Abril de 1974
-Como foi viver o 25 de Abril de 1974? a ouvir na televisão
-Como sentiram o dia 25 de abril? pensava que era uma coisa e saiu outra
-O que mudou? tudo desde o educação, a economia, a justiça.. ttudo mudou mas para pior

NOME DO ENTREVISTADO Luis Afonso
LOCAL Alfandega Da Fé

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Bloco Capitalista






Deste bloco fazem parte países da Europa Ocidental , sob influencia dos EUA.

O bloco socialista

O bloco socialista

Após a Rússia, a Mongólia foi o segundo país do mundo a adotar o socialismo, em 1924. Com o final da Segunda Guerra Mundial, os países da Europa oriental, entre 1945 e 1949, também adotaram o sistema. Posteriormente, outros países aderiram ao socialismo. Embora a União Soviética tenha sido o grande expoente desse bloco de países, o socialismo não se aplicou de forma homogênea em todos eles.

Na década de 20, 6% da população mundial vivia em países socialistas; na década de 80, cerca de 34%. Tamanha era a tensão entre os mundos capitalista e socialista que, para alguns estudiosos, a tendência era realmente de que o capitalismo desaparecesse. Mas a História mostrou o contrário, e a União Soviética – potência que aparentemente era invencível – fragmentou-se, sob os olhos estarrecidos do mundo.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Bandeira da União Europeia



A bandeira europeia consiste num círculo com doze estrelas douradas num fundo azul. Apesar de a bandeira estar normalmente associada à União Europeia (UE), foi inicialmente usada pelo Conselho da Europa, e pensada para representar a Europa como um todo.
A bandeira foi originalmente adoptada pelo Conselho da Europa a 8 de Dezembro de 1955, e o Conselho da Europa desejava, desde o início, que fosse usada por outras organizações regionais que procurassem a integração europeia. A Comunidade Europeia (CE) adoptou-a a 26 de Maio de 1986. A UE, que se estabeleceu pelo Tratado de Maastricht na década de 1990 e que veio a substituir a CE e as suas funções, também escolheu esta bandeira. Desde então, o uso da bandeira tem sido conjuntamente controlado quer pelo Conselho da Europa quer pela União Europeia.
A bandeira aparece na face de todas as notas de euro e as estrelas em todas as moedas de euro.
O número de estrelas na bandeira está fixado em doze e não está relacionado com o número de estados membros da UE. Em 1953, o Conselho da Europa tinha 15 membros; foi proposto que uma bandeira futura tivesse uma estrela para cada membro, e que não se alteraria com a entrada de futuros membros. A Alemanha Ocidental discordou já que um dos membros era a área disputada de Saarland e que ter a sua própria estrela implicaria ser uma região soberana. Nesta mesma base, a França também discordou que fossem 14 estrelas já que isso implicaria a absorção de Saarland na Alemanha. Treze está tradicionalmente relacionado com o azar em várias culturas europeias, e com o facto de as primeiras bandeiras dos Estados Unidos da América terem esse número de estrelas. Doze foi o número escolhido, já que não tinha conotações políticas e era um símbolo de perfeição e de algo completo.
Doze é um número especial nas várias culturas e tradições europeias, tais como:
12 signos do Zodíaco;
12 horas num relógio;
12 meses num ano;
12 apóstolos;
12 deuses olímpicos;
12 tábulas da Lei Romana;
12 Estrelas da Coroa de Maria.

A Entrada de Portugal na União Europeia

A entrada de Portugal na U.E. foi boa pois, os direitos humanos começaram a ser respeitados, o nível de produção e económico aumentou, o nível educacional também. Também abrimos as nossas portas aos outros cidadãos europeus, mas penso que todo este intercâmbio é benéfico, pois muitos dos nossos tinham saído.

As vantagens foram :

Os grandes subsídios europeus;
Do ponto de vista político e económica a adesão foi essencial e benéfica para todos os que apoiam a democracia e o desenvolvimento;
A nível social, a adesão permitiu-nos maior facilidade em viajar, trabalhar, estudar.

As desvantagens:

A perda de soberania de Portugal;
Não assume extrema importância o facto de o nosso Estado ter que obedecer a uma entidade superior;
O facto de quando Portugal aderiu à UE em 1986, esta já se encontrava numa fase em que era excedentária em produtos agrícolas e industriais e fez com que não tivessemos tanto dinheiro como outros países.

Paises da Uniao Europeia

Áustria
Bélgica
Bulgária
Chipre
República Checa
Dinamarca
Estónia
Finlândia
França
Alemanha
Grécia
Hungria
Irlanda
Itália
Letónia
Lituânia
Luxemburgo
Malta
Países Baixos
Polónia
Portugal
Roménia
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Suécia
Reino Unido

Historia da União Europeia

A União Europeia (UE), anteriormente designada por Comunidade Económica Europeia (CEE), Comunidade Europeia (CE) e Mercado Comum Europeu (MCE), é uma união supranacional económica e política de 27 Estados-membros, estabelecida após a assinatura do Tratado de Maastricht, a 7 de fevereiro de 1992, pelos doze primeiros países da antiga CEE, uma das três Comunidades Europeias.
A União Europeia é uma formação de um novo tipo de união entre Estados pertencentes à Europa. Enquanto instituição, passou a dispor de personalidade jurídica após o início da vigência do Tratado de Lisboa. Possui competências próprias, tais como a Política Agrícola Comum, a Política Comum das Pescas, entre outros. Estas competências são partilhadas com todos os Estados-membros da União Europeia. Trata-se de uma organização que combina o nível supranacional e o nível institucional num campo geográfico restrito com o papel político próprio sobre os seus Estados-membros.
O Tratado de Paris, assinado em 1951, estabeleceu a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e os Tratados de Roma, assinados em 1957, instituindo a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia da Energia Atómica ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Depois disto, a UE levou a cabo seis alargamentos sucessivos: em 1973, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981, Grécia; em 1986, Portugal e Espanha; em 1995, Áustria, Finlândia e Suécia; a 1 de maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polónia; a 1 de janeiro de 2007, Bulgária e Roménia.
Em 1972 e 1994, a Noruega assinou também tratados de adesão à União Europeia. No entanto, nas duas ocasiões, através de referendos, a população norueguesa rejeitou a adesão do seu país. À população helvética foi também proposta a adesão do país à União, mas foi rejeitada através de referendo popular em 2001.
A Croácia, a Turquia, a República da Macedónia e a Islândia[8] são os Estados candidatos à adesão à UE. As negociações com os três primeiros países iniciaram-se oficialmente em outubro de 2005, mas ainda não há uma data de adesão definida - o processo pode estender-se por vários anos, sobretudo no que concerne à Turquia, contra a qual há forte oposição da França e da Áustria. Quanto à Islândia, formalizou em julho de 2009 a sua candidatura, e caso as negociações sejam bem sucedidas realizar-se-á um referendo para que a adesão se possa efetivar. A primeira-ministra islandesa Jóhanna Sigurðardóttir é uma das principais vozes favoráveis à integração na UE, que se seguirá à pior crise orçamental da história do país.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Hirohito





Imperador da milenar monarquia japonesa nascido no palácio Aoyama, em Tóquio, responsável pela readaptação do Japão aos novos tempos depois da derrota militar na segunda guerra mundial. Recebeu educação adequada a sua realeza e desde muito jovem mostrou grande interesse pela biologia marinha. Ao regressar de viagem à Europa (1921), foi nomeado príncipe regente quando seu pai, o imperador Taisho, abdicou. Foi coroado imperador (1926) subiu ao trono imperial com poderes nominalmente absolutos, mas na prática, sob o autoritarismo dos militares. Foi assim que declarou guerra aos Estados Unidos após o covarde ataque a Pearl Harbor (1941). Quatro anos depois capitulava, após a explosão das bombas atômicas lançadas sobre as cidades de Hiroxima e Nagasaki, em 6 e 9 de agosto (1945). Derrotado aceitou sem resistência o regime de monarquia constitucional imposto pelos vencedores, apesar da opinião contrária de alguns nacionalistas. A partir de então, partiu para a ruptura com algumas tradições demasiadamente rígidas, e dar exemplos a seus súditos, visando o caminho da recuperação e modernização que levou o país a se tornar uma das grandes potências econômicas mundial. Morreu em Tóquio, e foi sucedido pelo filho Akihito.


Charles de Gaulle


O nome mais importante da vida política francesa desde Napoleão Bonaparte, Charles Andre Marie Joseph de Gaulle nasceu em Lille, no norte da França, no dia 22 de novembro de 1890, e ingressou na academia militar francesa em St. Cyr em 1910. Ele se formou poucas semanas antes do início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), durante a qual serviu em combate como tenente do exército francês. Depois da guerra, ele atuou na ocupação militar da Alemanha e nas colônias ultramarinas francesas, antes de retornar à França para aceitar uma nomeação para o Conselho Supremo de Guerra e para o Conselho da Defesa Nacional. Na década de 1930, a estratégia defensiva da França – ou seja, proteger-se da vizinha Alemanha, seu inimigo tradicional – baseava-se na concepção de um perímetro defensivo fixo, altamente fortificado, conhecido como Linha Maginot. De Gaulle começou a irritar seus superiores militares quando passou a criticar a Linha Maginot e a idéia de uma defesa fixa. Em vez disso, ele propunha uma força móvel de tanques e de veículos armados, semelhantes aos que os alemães estavam desenvolvendo. Depois do início da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), em 1º de setembro de 1939, os alemães não fizeram nenhuma tentativa imediata de atacar a Linha Maginot. Mas, em maio de 1940, forças alemãs investiram contra a França, seguindo para o norte da Linha Maginot. Coube a De Gaulle liderar várias ações de sucesso com os poucos tanques que possuía. De forma geral, no entanto, os franceses não estavam bem preparados para enfrentar os alemães e, em 14 de junho, os invasores capturaram Paris e derrotaram a França.

De Gaulle fugiu para a Inglaterra, de onde enviava vários mensagens ao povo francês para continuar a resistência. O governo de Vichy da França, instaurado sob os auspícios das tropas de ocupação alemãs, condenaram De Gaulle, mas, com o apoio dos ingleses (e posteriormente dos americanos), ele conseguiu reunir seu Exército Livre Francês. Em 6 de junho de 1944, quando os Aliados desembarcaram na Normandia para libertar primeiro a França e depois a Europa, De Gaulle e seu exército estavam presentes. E ele os liderou vitoriosamente na libertação de Paris dez semanas depois. De Gaulle, então, formou um governo provisório francês, em que ele mesmo ocupou o cargo de presidente. Pouco tempo depois, em 1946, ele se aposentou.

Em 1958, quando a guerra na colônia francesa da Argélia ameaçava desencadear um conflito dentro na própria França, De Gaulle decidiu deixar a aposentadoria de lado e se elegeu presidente por uma esmagadora maioria de votos. Ele resolveu o problema argelino, dando-lhes a independência e então se preocupou em reconstruir a vida econômica e política francesa. Sob sua Quarta República, a França voltou a ocupar seu lugar de destaque como uma das principais forças políticas da Europa e, claro, do mundo.

Em 1968, no entanto, uma revolta que uniu estudantes e trabalhadores enfraqueceu a confiança do povo francês no governo de De Gaulle e em 28 de abril de 1969 ele renunciou, passando a Quarta República para Georges Pompidou (1911-1974). De Gaulle morreu em Colombey les Deux Églises em 9 de novembro de 1970.



José Estaline


staline foi o nome adaptado por Iossif Vissarionovitch Djugatchvilli. Politico e revolucionário soviético. Ingressou no Seminário de Tiflis em 1894 do qual foi expulso em 1899 devido as sua ideias revolucionarias. Fez parte do Partido Social-Democrata Georgiano. Devido a pratica de actividades clandestinas, foi mandado para a Sibéria pelo Governo do Czar. Numa Conferencia na Finlândia em 1905 conhece Lenine e une-se à facção bolchevique após a divisão da social-democracia levada a cabo em 1902. Escreveu Anarquismo ou Socialismo? em 1906. Ingressou no Comité Central do Partido por sugestão de Lenine, com o quem fundou o Pravda, jornal diário, em 1912. Termina em 1913 o estudo O Marxismo e a Questão Nacional na cidade de Viena. Colaborou na Revolução de Outubro de 1917 com Lenine e foi designado como comissario do primeiro governo bolchevique. Durante os anos de 1918 e 1920(guerra civil) defendeu Petrogrado e Zarizyn, ficando esta ultima com o nome de Estalinegrado em sua honra. Foi eleito Secretario-gerao do Partido Comunista em 1922. Após morte de Lenine(1924) ataca a politica de Trotski. Depois disto foi expulso do partido e foi deportado em 1929. O seu governo ficou caracterizado pelas «purgas» eliminando opositores e amigos. Estes eram condenados a morte ou deportação. Em 1939, juntamente com Adolf Hitler, assina um pacto de ajuda mutua, vindo este a ser violado pela invasão da União Soviética pelas forças alemãs em 1941. Nomeado presidente do Conselho de Ministros e comissario da defesa assistiu as Conferencias de Teerão(1943), Ialta(1945) e Potsdam(1945) e assumiu o comando do Exercito Vermelho. No fim da IIª Guerra Mundial apodera-se de vários países da Europa Oriental. Morreu devido a uma hemorragia cerebral. No XX Congresso do Partido Comunista, em 1956, condenou a sua memoria pelos seus crimes.

Theodore Roosevelt


Ex-presidente norte-americano (1901-1909) nascido na cidade americana de Nova York, cujo governo, em dois mandtos consecutivos, foi marcado pela intensificação da política intervencionista do governo americano no país e no exterior, sobretudo na América Latina. Cursou direito nas universidades de Harvard e de Colúmbia, mas optou por seguir a carreira política e foi eleito deputado na Assembléia Legislativa do estado de Nova York (1881). Viúvo (1884) de sua primeira esposa, Alice Lee Roosevelt (1884), casou-se novamente (1886) com Edith Kermit Carow Roosevelt (1861-1948). Ocupou vários cargos públicos e era subsecretário da Marinha quando se iniciou a guerra contra a Espanha (1898). Deixou o cargo para organizar o primeiro corpo voluntário de cavalaria, conhecido como Rough Riders. O sucesso do grupo na guerra deu-lhe grande popularidade e, assim, foi eleito governador do estado de Nova York e depois vice-presidente dos Estados Unidos, como companheiro de chapa de William McKinley. Com o assassinado do presidente (1901) logo depois de reeleito, seu vice foi elevado à presidência. Nesse primeiro mandato introduziu medidas de controle antimonopolista e atuou como mediador na greve de mineiros (1902). Candidato a um novo mandato (1904), venceu o pleito e se empenhou na criação de reservas naturais e no fortalecimento da nação pelo reforço da Marinha e a reforma do Exército. Para evitar a ameaça de intervenção européia na Venezuela e na República Dominicana, elaborou o Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe, pelo qual os Estados Unidos proibiam intervenções não-americanas na América Latina e assumiam a responsabilidade pelo cumprimento das obrigações internacionais desses países. Promoveu a independência do Panamá, com relação à Colômbia, para assegurar o controle sobre o futuro canal; também praticou a intervenção militar na República Dominicana (1905), e em Cuba (1906). Mediou as negociações de paz relativas à guerra russo-japonesa (1904-1905) e, por isso, recebeu Prêmio Nobel da Paz (1906). Findo seu mandato, apoiou William Howard Taft para substituí-lo na presidência, mas logo entrou em conflito com o sucessor eleito, gerando uma cisão no Partido Republicano. Candidato (1912) pelo Partido Progressista, perdeu as eleições para o democrata Woodrow Wilson. No ano seguinte viajou ao interior do Mato Grosso e do Amazonas em companhia do marechal Cândido Rondon para determinar o curso do rio da Dúvida, que recebeu seu nome. Relatou essa expedição no livro Through the Brazilian Wilderness (1914) e morreu enquanto dormia, em Nova York, cinco anos depois.



Winston Churchill


Filho de Lorde Randolph Spencer-Churchill e da socialite norte-americana Jennie Jerome, neto do sétimo duque de Marlborough e do terceiro marquês de Londonderry.
Depois de algumas novelescas aventuras (incluindo sua participação nas Guerras dos Bôeres) foi jornalista e acabou dedicando-se à política. Durante a Primeira Guerra Mundial foi o Primeiro Lord do Almirantado, e portanto principal responsável do desastre da campanha de Galípoli.
No período entre guerras, dedicou-se fundamentalmente à redação de diversos tratados. Notabilizou-se neste período, na Câmara dos Comuns, por uma violenta crítica ao nazismo alemão, rogando diversas vezes ao governo britânico que fossem investidos recursos na militarização, prevendo um possível ataque alemão num futuro próximo e temendo que o Reino Unido não estivesse preparado para resistir. Na ocasião, Churchill foi acusado de belicista, mas muitos estudiosos entendem que o acerto desta previsão foi uma das principais razões que levaram Churchill a ser eleito primeiro-ministro nove meses após a invasão da Polônia por Hitler em setembro de 1939 e consequente declaração de guerra à Alemanha pela Inglaterra em função do tratado de defesa mútua assinado com a Polônia.
Em 10 de maio de 1940, Churchill chegou ao cargo de primeiro-ministro britânico, contando 65 anos de idade. Seus discursos memoráveis, conclamando o povo britânico à resistência e sua crescente aproximação com o então presidente americano Franklin Delano Roosevelt, visando a que os Estados Unidos da América ingressassem definitivamente na guerra, foram essenciais para o êxito dos aliados. O exemplo de Churchill e sua incendiária oratória permitiram-lhe manter a coesão espiritual do povo britânico nas horas de prova suprema que significaram os bombardeios sistemáticos da Alemanha sobre Londres e outras cidades do Reino Unido. Devido a estes bombardeios em 20 de julho de 1944, mesmo dia em que Hitler sofreria um grave atentado contra sua vida, Churchill consideraria a possibilidade de utilizar gás venenoso em civis alemães, contrariando as regras internacionais da guerra moderna, sendo fortemente desencorajado pelos generais britânicos, abandonando a ideia ao final. Nessa época, ele comandava a Inglaterra de um prédio de escritórios simples, que não fora projetado para seu conforto, passando as manhãs deitado na cama, tomando banho em um cômodo separado de seu quarto, de forma tal que às vezes oficiais ingleses encontravam-no andando pelo prédio seminu e molhado. A má alimentação de Churchill, que passava o dia fumando charutos e bebendo um coquetel de whiskies, apavorava seu médico.
Apesar da vitória na Segunda Guerra Mundial, em 1945 os conservadores de Churchill perderam as eleições para os trabalhistas, liderados por Clement Attlee, que se tornou primeiro-ministro. Em 1951, em razão de vitória por ampla maioria dos conservadores nas eleições daquele ano, Churchill voltou ao cargo de primeiro-ministro; tinha então 76 anos de idade.


Estátua de Churchill
Recebeu o Nobel de Literatura de 1953, por suas memórias de guerra (cinco volumes, também disponível nas livrarias em versão condensada, em volume único) e seu trabalho literário e jornalístico, anterior aos tempos de primeiro-ministro. Na ocasião, ele foi saudado como o maior dos ingleses vivos. Foi o primeiro a cunhar o termo "cortina de ferro" para ilustrar a separação entre a Europa comunista e a ocidental.
Em primeiro de março de 1955, Churchill proferiu seu último discurso na Câmara dos Comuns como chefe de governo, intitulado "Jamais desesperar" anunciando a sua renúncia ao mandato de primeiro-ministro, não sem antes alertar o mundo, mais uma vez, para o risco de guerra nuclear. Depois, continuou na Câmara dos Comuns até pouco tempo antes de falecer. Nos últimos anos de vida parlamentar, teve atuação discreta, proferindo discursos apenas ocasionalmente.
Em 21 de junho de 1955 foi inaugurada pela prefeitura de Londres a estátua de Churchill com a presença dele próprio. Em 1963, aos 89 anos, foi homenageado com o título de cidadão honorário dos Estados Unidos pelo então presidente John Kennedy. Não podendo receber a homenagem em Washington em razão de estado de saúde precário, foi representado pelo seu filho Randolph.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Josef Stalin


Ao contrário de seu colega partidário Vladimir Lenin, Josef Stalin, teve uma infância difícil.

Pois enquanto o amigo vinha de família nobre, ele é filho de um sapateiro e uma costureira. Embora seus pais, tinha como objetivo o torná-lo padre, ele optou por se rebelar contra o sistema nazista.

Passou anos na prisão, por organizar assaltos, logo em seguida se aliu a Lenin. Teve uma ascensão meteórica no partido. Após a revolução Russa, seguiu na base líder do governo, assumindo a presidência do país, após a morte de Lenin. Sua fama era de eliminar todos os seus adversários políticos, inclusive Leon Troski, que era o indicado por Lenin, para assumir o poder.

Na década de trinta se dedicou a construir uma imagem pessoal forte, diante da população. Tratou de expulsar e assassinar seus opositores. Só eram divulgadas as informações boas de seu governo e ao seu respeito. A maquiagem dos dados fazia com que todos tivessem a imagem falsa de seu governo era uma maravilha para o país.

Teve um papel decisivo na segunda guerra mundial. Inicialmente fechou um pacto de paz, com Adolf Hitler. Este tinha o objetivo de se ocupar do Reino Unido e da França. No entanto, depois de dominar boa parte da Europa, partiu para cima da URSS. Stalin reagiu e em Stalingrado, se iniciou a primeira grande derrocada dos Nazistas.

A partir daí, a guerra tomara outro rumo. Logo em seguida com a entrada dos EUA, o quadro se reverteu e os Alemães se afundaram, junto com seus aliados. Ainda que indiretamente, pelo fato de ter o mesmo inimigo em comum, URSS E EUA, lutaram lado a lado. Pouco tempo depois, começaria uma disputa que duraria por décadas, a guerra fria.

Em 1953, faleceu em decorrência, de uma hemorragia cerebral. Alguns poucos historiadores, sustentam a tese de que foi envenenado. Com sua morte, URSS, iniciara uma grande transformação, no entanto o Comunismo, ainda permaneceria por décadas. Após sua morte, foram apuradas inúmeras denúncias, pelos seus supostos crimes.





terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ANTONIO DE OLIVEIRA SALAZAR

António de Oliveira Salazar GO TE (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970) foi um estadista, político português e professor catedrático da Universidade de Coimbra. Notabilizou-se pelo facto de ter exercido, de forma autoritária, o poder político em Portugal entre 1932 e 1968.

O seu percurso político iniciou-se quando foi Ministro das Finanças por breves meses em 1926. Depois disso, foi também ministro das Finanças entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas.[carece de fontes?]

Instituidor do Estado Novo (1933-1974) e da sua organização política de suporte, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968. Os autoritarismos que surgiam na Europa foram amplamente experienciados por Salazar em duas frentes complementares: a propaganda e a repressão. Com a criação da Censura, da organização de tempos livres dos trabalhadores FNAT, da Mocidade Portuguesa, masculina e feminina, o Estado Novo garantia a doutrinação de largas massas da população portuguesa, enquanto que a PVDE (posteriormente PIDE a partir de 1945), em conjunto com a Legião Portuguesa, garantiam o combate aos grupos totalitarios, normalmente julgados nos Tribunais Militares Especiais e, posteriormente, nos Tribunais Plenários.

Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou-se para um corporativismo de Estado, com uma linha de acção económica nacionalista assente no ideal da autarcia. Esse seu nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e suas colónias, que tiveram grande impacto, sobretudo até aos anos sessenta.



FRANCISCO FRANCO

Nascido na cidade galega de Ferrol, estudou na Academia de Infantaria de Toledo e entre 1912 e 1917, distingue-se nas campanhas bélicas do Marrocos espanhol. Após uma estada de três anos em Oviedo, volta ao Marrocos, onde combate às ordens de Valenzuela e de Millán Astray, destacando-se pelo seu valor e frieza no combate. Em 1923, apadrinhado por Afonso XIII, casa-se com Carmen Polo, de uma família da burguesia das Astúrias.

Destinado novamente a Marrocos com o grau de tenente-coronel, assume o comando da Legião Espanhola em 1923 e participa activamente no desembarque na baía de Alhucemas e na reconquista do Protectorado (1925). É, com Sanjurjo, o mais brilhante dos militares chamados africanistas. Entre 1928 e 1931 dirige a Academia Militar de Saragoça.

Quando da implantação da República (1931) é afastado de cargos de responsabilidade (é destacado para os governos militares da Corunha e das Baleares). O triunfo das forças de direita em 1933 fá-lo regressar a altos cargos do exército. Planifica a cruel repressão da Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião. Quando Gil Robles ocupa o Ministério da Guerra, é nomeado chefe do Estado-Maior Central (1935). Em 1936, o governo da Frente Popular nomeia-o comandante militar das Canárias. Dali mantém contacto com Emilio Mola (chamado «O director») e Sanjurjo, que preparam o levantamento militar.
Em 17 de Julho voa das Canárias até Marrocos, revolta a guarnição e torna-se comandante das tropas. Cruza o Estreito de Gibraltar com meios precários (aviões cedidos por Mussolini e Hitler e navios de pouca tonelagem) e avança até Madrid por Mérida, Badajoz e Talavera de la Reina. Apodera-se rapidamente da direcção militar e política da guerra (setembro de 1936). Em Abril de 1937 une os partidos de direita e coloca-se à frente da nova organização como caudilho. Em Janeiro de 1938 converte-se em chefe de Estado e do governo. Anos mais tarde diz que apenas presta contas da sua atividade "perante Deus e perante a história".

Terminada a guerra civil espanhola empreende a reconstrução do país. Não só não quer contar com os vencidos para esta tarefa, mas também a repressão e os fuzilamentos se prolongam durante, pelo menos, um lustro. Cria um estado católico, autoritário e corporativo que recebe o nome de franquismo. Apesar das suas estreitas relações com a Alemanha e a Itália, mantém a neutralidade espanhola durante a Segunda Guerra Mundial. Terminada esta, os vencedores isolam o regime franquista. Contudo, este vai-se consolidando na base da promulgação de novas leis: criação das Cortes (1942), Jurisdição dos Espanhóis (1945), lei do referendo nacional (1945), lei da sucessão na chefia do Estado (1947) etc.

Em 1953 iniciam-se as relações diplomáticas com os Estados Unidos da América e, em 1955, o regime de Franco é reconhecido pela Organização das Nações Unidas. Em 1966 cria uma nova Constituição (Lei Orgânica do Estado) e três anos mais tarde apresenta às Cortes, como sucessor a título de rei, o príncipe Juan Carlos, neto de Afonso XIII. Em Junho de 1973 cede a presidência do governo ao seu mais directo colaborador, Luis Carrero Blanco. A morte deste num atentado, poucos meses depois, é o princípio da decomposição do regime. Franco morre após longa doença num hospital de Madrid.


ADOLF HITLER

Adolf Hitler (Braunau am Inn, 20 de abril de 1889 — Berlim, 30 de abril de 1945), por vezes em português Adolfo Hitler, foi o líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP), também conhecido por Partido Nazi (português europeu) ou nazista (português brasileiro), uma abreviatura do nome em alemão (Nationalsozialistische), sendo ainda oposição aos sociais-democratas, os Sozi. Hitler se tornou chanceler e, posteriormente, ditador alemão. Era filho de um funcionário de alfândega de uma pequena cidade fronteiriça da Áustria com a Alemanha.

As suas teses racistas e anti-semitas, assim como os seus objectivos para a Alemanha ficaram patentes no seu livro de 1924, Mein Kampf (Minha luta). Documentos apresentados durante o Julgamento de Nuremberg indicam que, no período em que Adolf Hitler esteve no poder, grupos minoritários considerados indesejados - tais como Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, e judeus - foram perseguidos no que se tornou conhecido como Holocausto.[6] A maioria dos historiadores admite que a maior parte dos perseguidos foi submetida a Solução Final, enquanto certos seres humanos foram usados em experimentos médicos ou militares.

No período de 1939 a 1945 Hitler liderou a Alemanha enquanto envolvida no maior conflito do século XX, a Segunda Guerra Mundial. A Alemanha, juntamente com a Itália e com o Japão, formavam o Eixo. O Eixo seria derrotado apenas pela intervenção externa do grupo de países que se denominavam os "Aliados". Tal grupo fez-se notável por ter sido constituído pelos principais representantes dos sistemas capitalista e socialista, entre os quais a União Soviética e os Estados Unidos, união esta que se converteu em oposição no período pós-guerra, conhecido como a Guerra Fria. A Segunda Guerra Mundial acarretou a morte de um total estimado em 50 a 70 milhões de pessoas.

Hitler sobreviveu sem ferimentos graves a 42 atentados contra sua vida. Devido a isso, ao que tudo indica, Hitler teria chegado a acreditar que a "Providência" estava intervindo a seu favor. A última tentativa de assassiná-lo foi o atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba, preparada para simular o efeito de um explosivo britânico, explodiu a apenas dois metros do Führer. O atentado foi liderado e executado por von Stauffenberg, coronel alemão condenado à morte por fuzilamento. Tal atentado não o impediu de, menos de uma hora depois, se encontrar em perfeitas condições físicas com o ditador fascista italiano Benito Mussolini.

Adolf Hitler cometeu suicídio no seu quartel-general (o Führerbunker), em Berlim, a 30 de abril de 1945, enquanto o exército soviético combatia já as duas tropas que defendiam o Führerbunker (a francesa Charlemagne e a norueguesa Nordland). Segundo testemunhas, Adolf Hitler já teria admitido que havia perdido a guerra desde o dia 22 de abril, e desde já passavam por sua cabeça os pensamentos suicidas.



MUSSOLINI

Benito Amilcare Andrea Mussolini OSMM OMTEVLM (Predappio, 29 de julho de 1883 - Mezzegra, 28 de abril de 1945) foi um político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é creditado como sendo uma das figuras-chave na criação do Fascismo.

Tornou-se o Primeiro-Ministro da Itália em 1922 e começou a usar o título Il Duce desde 1925. Após 1936, seu título oficial era "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Facismo, e Fundador do Império".[1] Mussolini também criou e sustentou a patente militar suprema de Primeiro Marechal do Império, junto com o Rei Vítor Emanuel III da Itália, quem deu-lhe o título, tendo controle supremo sobre as forças armadas da Itália. Mussolini permaneceu no poder até ser substituído em 1943; por um curto período, até a sua morte, ele foi o líder da República Social Italiana.

Mussolini foi um dos fundadores do Fascismo Italiano, que incluía elementos do nacionalismo, corporativismo, sindicalismo nacional, expansionismo, progresso social e anticomunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. Nos anos seguintes à criação da ideologia fascista, Mussolini conquistou a admiração de uma grande variedade de figuras políticas.[2]

Entre suas realizações nacionais de 1924 a 1939 há: seus programas de obras públicas como a domesticação dos Pântanos Pontine e o melhoramento das oportunidades de trabalho e transporte público. Mussolini também resolveu a Questão Romana ao concluir o Tratado de Latrão entre o Reino de Itália e a Santa Sé. Ele também é creditado por garantir o sucesso econômico nas colônias italianas e dependências comerciais.[3] Embora inicialmente tenha favorecido o lado da França contra a Alemanha no início da década de 1930, Mussolini tornou-se uma das figuras principais das potências do Eixo e, em 10 de junho de 1940, inseriu a Itália na Segunda Guerra Mundial ao lado do Eixo. Três anos depois, foi deposto pelo Grande Conselho do Fascismo, motivado pela invasão aliada. Logo após seu encarceramento ter iniciado, Mussolini foi resgatado da prisão em Gran Sasso por forças especiais alemãs.

Após seu resgate, Mussolini chefiou a República Social Italiana nas partes da Itália que não haviam sido ocupadas por forças aliadas. Ao final de abril de 1945, com a derrota total aparente, tentou fugir para a Suíça, porém, foi rapidamente capturado e sumariamente executado próximo ao Lago de Como por guerrilheiros italianos. Seu corpo foi então trazido para Milão onde foi pendurado de cabeça para baixo em uma estação petrolífera para exibição pública e a confirmação de sua morte.



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Surrealismo

O Surrealismo foi um movimento artístico e literário surgido primeiramente em Paris dos anos 20, inserido no contexto das vanguardas que viriam a definir o modernismo no período entre as duas Grandes Guerras Mundiais. Reune artistas anteriormente ligados ao Dadaísmo ganhando dimensão internacional. Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud (1856-1939), mas também pelo Marxismo, o surrealismo enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa. Um dos seus objetivos foi produzir uma arte que, segundo o movimento, estava sendo destruída pelo racionalismo. O poeta e crítico André Breton (1896-1966) é o principal líder e mentor deste movimento.

A palavra surrealismo supõe-se ter sido criada em 1917 pelo poeta Guillaume Apollinaire(1886-1918), jovem artista ligado ao Cubismo, e autor da peça teatral As Mamas de Tirésias (1917), considerada uma precursora do movimento.

Um dos principais manifestos do movimento é o Manifesto Surrealista de (1924). Além de Breton seus representantes mais conhecidos são Antonin Artaud no teatro, Luis Buñuel no cinema e Max Ernst, René Magritte e Salvador Dalí no campo das artes plásticas.


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Abstraccionismo

Abstracionismo

Tendência das artes plásticas desenvolvida no início do século XX na Alemanha. Surge a partir das experiências das vanguardas européias, que recusam a herança renascentista das academias de arte. As obras abandonam o compromisso de representar a realidade aparente e não reproduzem figuras nem retratam temas. O que importa são as formas e cores da composição. Na escultura, os artistas trabalham principalmente o volume e a textura, explorando todas as possibilidades da tridimensionalidade do objeto. Há dois tipos de abstração: a informal, que busca o lirismo privilegiando as formas livres, e a geométrica, que segue uma técnica mais rigorosa e não tem a intenção de expressar sentimentos ou idéias.

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Futurismo

O futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu oficialmente em 20 de fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Os adeptos do movimento rejeitavam o moralismo e o passado, e suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. Os primeiros futuristas europeus também exaltavam a guerra e a violência. O Futurismo desenvolveu-se em todas as artes e influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos modernistas.

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Cubismo

Cubismo é um movimento artístico que ocorreu entre 1907 e 1914, nas artes plásticas, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque e tendo se expandido para a literatura e a poesia pela influência de escritores como Guillaume Apollinaire, John dos Passos e Vladimir Maiakovski. O quadro "Les demoiselles d'Avignon", de Picasso, 1907 é conhecido como marco inicial do Cubismo. Nele ficam evidentes as referências a máscaras africanas, que inspiraram a fase inicial do cubismo, juntamente com a obra de Paul Cézanne.

O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.

O movimento cubista evoluiu constantemente em três fases:

Fase cezannista ou cezaniana entre 1907 e 1909 -
Fase analítica ou hermética entre 1909 a 1912 - que se caracterizava pela desestruturação da obra, pela decomposição de suas partes constitutivas;
Fase sintética (contendo a experimentação das colagens) - foi uma reação ao cubismo analítico, que tentava tornar as figuras novamente reconhecíveis, como colando pequenos pedaços de jornal e letras.
Desta última fase decorrem dois movimentos:

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Dadaismo

O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi uma vanguarda moderna iniciada em Zurique, em 1916, no chamado Cabaret Voltaire, por um grupo de escritores e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão e que era liderado por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.

Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de brinquedo, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na língua de um bebê). Para reforçar esta ideia foi criado o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial. Em poucos anos, o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris.


Principais características

oposição a qualquer tipo de equilíbrio. - combinação de pessimismo irônico e ingenuidade radical. - ceticismo absoluto e improvisação. Enfatizou o ilógico e o absurdo. Entretanto, apesar da aparente falta de sentido, o movimento protestava contra a loucura da guerra. Assim, sua principal estratégia era mesmo denunciar e escandalizar.

A princípio, o movimento não envolveu uma estética específica, mas talvez as formas principais da expressão dadá tenham sido o poema aleatório e o ready made. Sua tendência extravagante e baseada no acaso serviu de base para o surgimento de inúmeros outros movimentos artísticos do século XX, entre eles o Surrealismo, a Arte Conceitual, a Pop Art e o Expressionismo Abstrato.

Sua proposta é que a arte ficasse solta das amarras racionalistas e fosse apenas o resultado do automatismo psíquico, selecionando e combinando elementos por acaso. Sendo a negação total da cultura, o Dadaísmo defende o absurdo, a incoerência, a desordem, o caos. Politicamente , firma-se como um protesto contra uma civilização que não conseguiria evitar a guerra.

Ready-Made significa confeccionado, pronto. Expressão criada em 1913 pelo artista francês Marcel Duchamp para designar qualquer objeto manufaturado de consumo popular, tratado como objeto de arte por opção do artista.

O fim do Dada como atividade de grupo ocorreu por volta de 1921.


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Fauvismo

O fovismo ou fauvismo (do francês les fauves, "as feras", como foram chamados os pintores não seguidores do cânone impressionista, vigente à época) é uma corrente artística do início do século XX, que se desenvolveu sobretudo entre 1905 e 1907. Associada à busca da máxima expressão pictórica, o estilo começou em 1901 mas só foi denominado e reconhecido como um movimento artístico em 1905. Segundo Henry Matisse, em "Notes d'un Peintre", pretendia-se com o fovismo "uma arte do equilíbrio, da pureza e da serenidade, destituída de temas perturbadores ou deprimentes".

Caractristicas
O fovismo tem como características de muitas fritolas marcantes a simplificação das formas de pelos, o primado das cores, e uma elevada redução do nível de graduação das cores utilizadas nas obras. Os seus temas eram leves, retratando emoções e a alegria de viver e não tendo intenção crítica.

A cor passou a ser utilizada para delimitar planos, criando a perspectiva e modelando o volume. Tornou-se também totalmente independente do real, já que não era importante a concordância das cores com objeto representado, e sendo responsável pela expressividade das obras.

Os princípios deste movimento artístico eram:

criar é seguir os impulsos do instinto, as sensações primárias;
a cor pura deve ser exaltada;
as linhas e as cores devem nascer impulsivamente e traduzir as sensações elementares, no mesmo estado de graça das crianças e dos selvagens.


Características da pintura
Pincelada violenta, espontânea e definitiva;
Ausência de ar livre;
Colorido brutal, pretendendo a sensação física da cor que é subjetiva, não correspondendo à realidade;
Autonomização completa do real;
Uso exclusivo das cores puras, como saem das bisnagas;
Pintura por manchas largas, formando grandes planos;


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Expressionismo

O expressionismo foi um movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, de indivíduos que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que na sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. Ou seja, a obra de arte é reflexo direto do mundo interior do artista expressionista.

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Arte Nova

A Arte Nova foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes. Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno).
O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente Art nouveau e que vendia mobiliário seguindo o estilo. Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a Natureza, valorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista também influenciou o art nouveau. Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower art na Inglaterra, "Modern Style", "Liberty" ou "stilo Floreale" na Itália. Os alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

1ª Republica Portuguesa


O período de vigência da Primeira República vai de 1910 a 1926. O grande factor do insucesso da República foi, sem dúvida, a conjuntura internacional pouco favorável decorrente de todas as crises provocadas pela Primeira Grande Guerra. Não teve tempo de fortalecer as suas bases, o que a impediu de crescer.
Outro motivo que geralmente se aponta para a não perpetuação do regime foi o facto de se ter apoiado nas massas populares urbanas que reflectiam o clima da instabilidade social que se vivia então.
O desfecho da Primeira República já se vinha a delinear desde o governo democrático de Álvaro de Castro e com a sua queda em Junho de 1924, demonstrando sintomas de uma crise política exacerbada pelo confronto entre os diferentes partidos políticos que ao alcançar o poder rapidamente caíam.
As melhorias introduzidas nos diversos quadrantes da economia do país desde 1923, resultantes do avanço proporcionado pela industrialização e alfabetização, perspectivavam uma continuidade do regime republicano, mas tal não aconteceu. O grupo dos descontentes com a nova situação era grande: a igreja estava desejosa de regressar ao seu poder anterior; o exército e os funcionários públicos viram dificultado o seu poder de compra; a indústria suportava pesados impostos; os operários desejavam ver cumpridas as suas reivindicações; alguns intelectuais, elementos da direita e o Exército começavam a abraçar ideais fascistas e todos estavam cansados das lutas partidárias e de uma república inoperante receando a anarquia.
A queda da Primeira República consumou-se entre 28 e 31 de Maio de 1926 pela mão do general Gomes da Costa. Este revoltou-se em Braga no dia 28 e marchou para Lisboa com a adesão do exército. O Governo demitiu-se a 30 de Maio e logo no dia seguinte o presidente da República também se demitia fazendo com que a revolução saísse vitoriosa.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Biografia de Karl Marx

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Karl Heinrch Marx , filósofo e economista alemão , nasceu em Trier ( atual Alemanha Ocidental ) a 5 de maio de 1818 . Estudou na Universidade de Berlim , interessando-se principalmente pelas idéias do filósofo Hegel . Formou-se pela Universidade de Iena em 1841.Em 1842 assumiu o cargo de redator – chefe do jornal alemão Gazeta Renana , editado em colônia onde tinha a postura de um liberal radical.Ele queria descobrir a causa dos conflitos de classes provocadas pela revolução Industrial e o meio de os resolver .Algumas influências no desenvolvimento do pensamento de Marx : leitura crítica da filosofia de Hegel ( método dialético ) , contato com o pensamento socialista francês e inglês . ( uma transformação social total ) No ano de 1843 transferiu-se para Paris . Lá conheceu Engels , um radical alemão de quem se tornaria amigo íntimo e com quem escreveria vários ensaios e livros .Sua doutrina ,a revolução tinha de se realizar não só na França e na Inglaterra , mas em todo mundo civilizado ( universal ) .De 1845 a 1848 viveu em Bruxelas , onde participou de organizações clandestinas de operário e exilados .Em 1847 redigiu com Engels O Manifesto Comunista , da teoria que , mais tarde ,seria chamada de marxismo. No Manifesto Marx convoca o proletariado à a luta pelo socialismo . Em 1848 , quando eclodiu o movimento revolucionário em vários países europeus , Marx voltou para Alemanha .Em 1864 Marx fundou , a Associação Internacional dos Trabalhadores , depois chamada Primeira Internacional dos Trabalhadores com o objetivo de organizar a conquista do poder pelo proletariado em todo o mundo . Em 1867 publicou o 1º volume de sua obra mais importante,O Capital livro,em que faz uma crítica ao capitalismo e a sociedade burguesa .Marx é o principal idealizador do socialismo e do comunismo revolucionário . O marxismo – conjunto das idéias político – filosóficas de Marx – propunha a derrubada da classe dominante , a burguesia , através de uma revolução do proletariado . Marx criticava o capitalismo e seu sistema de livre empresa que , segundo ele, pelas contradições econômicas internas , levaria a classe operária à miséria . Propunha uma sociedade na qual os meios de produção fossem de toda a coletividade .

Biografia de K

bio

quinta-feira, 25 de março de 2010

Biografia de JAMES WATT




Inventor da moderna máquina a vapor, que possibilitou a revolução industrial, James Watt foi mundialmente reconhecido quando seu nome foi dado à unidade de potência de energia -- watt.
James Watt nasceu em Greenock, Escócia, em 19 de janeiro de 1736. Aos 19 anos foi para Londres fazer aprendizado de mecânico especializado na construção de instrumentos, mas em menos de um ano regressou à Escócia, por motivos de saúde. Por não possuir o certificado de aprendiz, teve dificuldades em montar uma oficina em Glasgow. Em 1757, no entanto, conseguiu ser escolhido para fabricar e reparar instrumentos matemáticos da Universidade de Glasgow.
Em 1763 recebeu para consertar uma máquina a vapor do tipo Newcomen, a mais avançada de então. Observou que a perda de grandes quantidades de calor era o defeito mais grave da máquina, e idealizou então o condensador, seu primeiro grande invento, dispositivo que seria mantido separado do cilindro mas conectado a ele. No condensador a temperatura do vapor seria mantida baixa (cerca de 37o C), enquanto que no cilindro permaneceria elevada. Procurou, assim, alcançar o máximo de vácuo no condensador. Watt fechou o cilindro, que antes permanecia aberto, eliminou totalmente o ar e criou uma verdadeira máquina a vapor.
Em 1769 obteve a primeira patente do invento e de vários aperfeiçoamentos por ele próprio concebidos. Endividado, associou-se a John Roebuck, que o ajudou financeiramente. Um protótipo foi construído e sobre ele se realizou a correção de algumas falhas. Matthew Boulton, dono de uma firma de engenharia, comprou a parte de Roebuck e deu início à construção das máquinas projetadas por Watt.
De amplo emprego na secagem de minas, o engenho de Watt era destituído de qualquer aplicação mais prática até que seu inventor idealizou a "gaveta", movida pela própria máquina e destinada a fazer o vapor atuar sobre as duas faces do êmbolo, ao mesmo tempo que impelia o vapor para o condensador. Novos detalhes foram ainda aperfeiçoados até que o motor atingiu a forma sob a qual tornou-se universalmente empregado a partir de 1785. James Watt morreu em Heathfield Hall, perto de Birmingham, Inglaterra, em 25 de agosto de 1819.

Maquina a Vapor


A imagem "http://lusoluena.home.sapo.pt/The%20Garratt%20Locomotive.jpg" não pode ser mostrada, porque contém erros.



O motor a vapor, que é chamado de máquina a vapor costumeiramente refere-se também a turbina a vapor outro tipo de máquina térmica que exploram a pressão do vapor. Todas as máquinas térmicas funcionam baseadas no princípio de que o calor é uma forma de energia, ou seja, pode ser utilizado para produzir trabalho, e seu funcionamento obedece às leis da termodinâmica. Embora a invenção do motor de combustão interna no final do século XIX parecesse ter tornado obsoleta a máquina a vapor, ela ainda hoje é muito utilizada, por exemplo, nos reatores nucleares que servem para produzir energia elétrica. No caso da máquina a vapor, o fluido de trabalho é o vapor de água sob alta pressão e a alta temperatura. O funcionamento da turbina a vapor baseia-se no principio de expansão do vapor, gerando diminuição na temperatura e energia interna; essa energia interna perdida pela massa de gás reaparece na forma de energia mecânica, pela força exercida contra um êmbolo. Há diversas classificações possíveis para as turbinas a vapor, mas a mais comum é dividi-las entre: De condensação - É um sistema fechado de geração de energia. Neste, o vapor tanto atravessa a turbina fazendo-a girar como também, ao ser condensado, gera uma zona de baixa pressão no difusor de saída da turbina aumentando o giro e realimentando a caldeira com o agente para novo ciclo. É o tipo mais comum em centrais termoeléctricas e nucleares. De contra-pressão - Assim chamado é o método mais arcaico que se pode usar numa máquina térmica. É o mesmo projeto de Heron de Alexandria usado no segundo século antes de Cristo, o sistema Contra-Pressão é similar a uma máquina a vapor conhecida pelo nome de aeolípile. O fato do vapor não passar por um condensador ao sair da turbina, ocasiona a perda de potencia da turbina. Ele deixa a turbina ainda com certa pressão e temperatura e pode ser aproveitado em outras etapas de uma planta de processo químico, seja em aquecedores, destiladores, estufas, ou simplesmente é lançado na atmosfera. Este tipo é muito usado para acionamento ou cogeração de energia, em usinas petroquímicas, navios, plataformas de petróleo, etc...embora seja o sistema mais primitivo de captação de energia.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009